
Não quero ser o que você precisa
Quero ser necessário.
Talvez não me verás como um manancial
Não ligo. Serei pão.
Talvez você não veja a força viril do meu braço,
Este luxo, não tenho.
Quero que sintas o laço gentil do meu abraço,
Disponha.
Não tenho graça, cantos, ou flores
Tenho eu.
Sei, talvez não seja o bastante
Deixa pra lá, te darei instantes.
Presença, acalento, raiz não sei mais o quê
Sei que estarei; vilipendes não existe!
Seja na poeira do chão, ou na lágrima salgada do rosto.
Doce farei.
Eis a força perene e estratosférica
Mão suave que amorosamente machuca
Oh! Quão milagre indescritível
"Cousa" tão vital e caduca.
Sei que estarei aqui
Hipérbole do que é ser amigo
Descanse em paz, na vida pulsante
Amor de segunda-feira, conte sempre comigo
Anderson Tomás
Adorei esse poema amigo!Obrigada pela sua amizade,Deus abênçoe sua vida!!Gostei muito de conhecer o seu blog, achei muito legal!!! Que vc tenha um santo domingo!!!Beijos!!
ResponderExcluirBelíssimo!!!!!!!!!! PARABÉNS!!!!!!!!!!
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